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VERIFICAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE SERES HUMANOS E ANIMAIS, EM PESQUISAS CIENTÍFICAS, FRENTE AOS FUNDAMENTOS E PRECEITOS DA BIOÉTICA Araújo, Laís Záu Serpa A procura incessante por novas tecnologias e conhecimentos é uma característica histórica, própria dos seres humanos. É através da produção científica que a humanidade obtém novas conquista, necessária na promoção de mudanças no comportamento ético e moral do homem. Esses avanços nas ciências da saúde decorrem das pesquisas que envolvem seres humanos e animais. Este estudo fundamenta-se num levantamento atual da utilização de humanos e animais, nos experimentos da saúde. Analisa e avalia, sob vários critérios, 200 trabalhos originais, publicados em periódicos nacionais e estrangeiros. Do total das pesquisas científicas, 65% utilizaram humanos, 16% animais e 19% laboratório. Animais, 94% mamíferos e 6% aves. Ordem dos mamíferos, 70% roedores, 9% carnívoros, 9% lagomorfos, 9% ungulados e 3% primatas. Humanos, 70% adultos, 25% crianças e 5% recém-nascidos; 38% mulheres, 15% homens e 47% mulheres e homens. Órgãos mais estudados: pâncreas 10%, pulmão e estômago 8%. Trabalhos envolvendo humanos, apenas 20% informaram sobre a aprovação por comitê de ética em pesquisa e 19% acerca do consentimento livre e esclarecido. Os dados demonstram que o desenvolvimento técnico-científico da saúde está diretamente associado a experimentos com seres humanos e animais e reforça a necessidade do pesquisador estar preparado técnica e eticamente para trabalhar com esta modalidade de pesquisa.
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