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MARCAS DE MORDIDA EM ALIMENTOS PERECÍVEIS SILVA, Marcia Roberti*; COSTA E SILVA, Adriana Paula de Andrade; GOMES, Eduardo de Menezes; MELANI, Rodolfo Francisco Haltenhoff Em certas circunstâncias as marcas provenientes de mordidas humanas são os únicos vestígios encontrados em locais de crime, e podem possibilitar a identificação do agressor ou criminoso. Estas impressões podem ser encontradas em diferentes superfícies, inclusive em alimentos. Neste estudo, compararam-se dois métodos de conservação de alimentos mordidos, de forma a determinar qual técnica reduz mais as alterações que ocorrem nas marcas de mordida em função da deterioração dos mesmos. Seis maçãs foram utilizadas, e após mordidas, foram separadas em três grupos de duas maçãs. Uma maçã de cada grupo foi mantida dentro do refrigerador e as outras fora. As maçãs foram analisadas nas primeiras 24, 48 e 72 horas após terem sido mordidas, intervalos que geralmente ocorrem entre a ação pericial na cena do crime até o exame propriamente dito. As marcas também foram observadas após 8 e 15dias, simulando casos em que as provas são encontradas somente após tempo prolongado. Os resultados mostram ausência de alterações visíveis entre os intervalos de tempo considerados para ambos os método, o que justificaria o uso de qualquer uma das técnicas. Entretanto, após o período de 15 dias, seria necessário conservar as maçãs dentro do refrigerador, pois fora dele já se observa considerável mudança na forma das marcas de mordida. |
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